Branded Brain
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Um estudo da Universidade de Munique revelou que o branding continua a ser fundamental, já que o cérebro responde de forma mais rápida a estímulos (ex. logos) de marcas populares comparativamente a estímulos de marcas menos conhecidas. Na verdade este estudo só vem dar uma “validação neuronal” a um facto há muito adquirido da Psicologia Social a respeito da acessibilidade das atitudes das pessoas perante objectos sociais (que podem ser marcas, pessoas, conceitos, etc.).
A hipótese da mera exposição advoga que quanto mais vezes formos expostos a um estímulo, mais tendemos a gostar deste (existe obviamente um limiar a partir do qual a exposição pode ter o efeito contrário) e mais fortes e acessíveis se tornam as nossas atitudes perante esse estímulo. Aquilo que este estudo vem demonstrar é que as atitudes perante marcas populares são mais acessíveis, logo mais fácil e rapidamente activadas do ponto de vista neuronal.
Aquilo que ainda não é capaz de fazer é definir qual a polaridade (positiva vs negativa) da atitude, o que é uma limitação importante na medida em que, por muito interessante e útil seja saber que uma dada marca se encontra saliente e desperta atitudes fortes nas pessoas, essa é uma informação “coxa” já que não nos permite saber se a atitude despertada é boa ou má o que por si impede actuar sobre a situação.
Os métodos de análise que recorrem a índices fisiológicos - como a electroencefolagrafia, a electromiografia, ou a resposta galvânica da pele - têm a si associados maiores índices de fiabilidade, mas continuam a ser demasiado dispendiosos e a fornecer apenas parte da informação necessária. Em termos de eficiência ainda estão demasiado longe para se tornarem uma prática comum!
Tags: Market Research
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Posted in Psicologia Social




